Pessoal, estão as abertas as inscrições para a XVI Jornada de Ensino de História e Educação!! Esse ano, o evento realizado pelo GT de Ensino de História e Educação da ANPUH-RS, ocorrerá em parceria com o nosso IX Seminário de Estudos Históricos. O tema é "Políticas Públicas e Ensino de História".
As inscrições já estão abertas no site www.feevale.br/extensao/evento
Aproveitem para inscrever trabalhos nas seguintes áreas: pesquisa, extensão e experiências docentes. O prazo para inscrição de apresentação é curto, então aproveitem!
O evento ocorrerá entre os dias 13 e 15 de setembro, no campus II e terá o valor de R$32,00 para acadêmicos.
Virão participantes de várias instituições, então vamos nos preparar!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Atenção!!! Jornada de Ensino de História da ANPUH-RS, na Universidade Feevale!
Pessoal, atenção ao site da Feevale... nessa semana serão abertas as inscrições para a XVI Jornada de Ensino de História e Educação, da ANPUH-RS, junto com o nosso IX Seminário de Estudos Históricos. Nos próximos dias, vocês terão novas informações, mas desde já pedimos que preparem-se, inscrevam trabalhos (podem ser experiências docentes, atividades de pesquisa ou extensão) e participem!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Atenção!! Peter Burke na Feevale!!
O famosos historiador britânico Peter Burke estará na Universidade Feevale, para a Conferência de Abertura do XII Seminário Internacional de Educação. O tema da conferência será "História Social do Conhecimento".
Mais informações no site http://www.feevale.br/seminarioeducacao
Mais informações no site http://www.feevale.br/seminarioeducacao
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Projeto Múltiplas Leituras convida:
OBJETIVO
Promover discussões, por ocasião da Semana Indígena, considerando elementos históricos desse processo, e refletir sobre as atuais políticas públicas de inclusão, abordando
questões relacionadas à obrigatoriedade do ensino de história e cultura indígena na educação básica.
PÚBLICO-ALVO
Professores, acadêmicos, pesquisados e comunidade em geral.
PERÍODO
Evento de curta duração.
DIAS
20 de abril
HORÁRIO
19h30min às 22h
CARGA HORÁRIA
3h
MINISTRANTE
Maria Aparecida Bergamaschi - Licenciada em História pela Faculdade Porto-alegrense de Educação Ciências e Letras (1985) e em Educação Artística pela Universidade
de Passo Fundo (1980), mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1996), doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul (2005) e pós-doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2009). Atualmente é professora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde atua
na Graduação e Pós-graduação. É integrante do GT Ensino de História e Educação (ANPUH-RS) e do Núcleo de Estudos Educação e a Gestão do Cuidado (FACED-UFRGS).
MEDIADORA
Ines Caroline Reichert - Licenciada em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1990) e mestre em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1998).
Atualmente é professora do Centro Universitário Feevale, onde também atua na extensão com o projeto “Múltiplas leituras: etnicidade, identidade e memória”. Tem experiência
na área de História, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação, Educação Ambiental, Migrantes Rurais, Meio Ambiente.
CERTIFICADO
Não será emitido certificado
LOCAL
Auditório do Prédio Multicolor – Campus II
INVESTIMENTO
Evento gratuito!
COORDENAÇÃO
Prof. Me. Márcia Blanco Cardoso
PROMOÇÃO
Instituto de Ciências Humanas Letras e Artes – ICHLA – Curso de História
ORGANIZAÇÃO
Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários – Proacom
Promover discussões, por ocasião da Semana Indígena, considerando elementos históricos desse processo, e refletir sobre as atuais políticas públicas de inclusão, abordando
questões relacionadas à obrigatoriedade do ensino de história e cultura indígena na educação básica.
PÚBLICO-ALVO
Professores, acadêmicos, pesquisados e comunidade em geral.
PERÍODO
Evento de curta duração.
DIAS
20 de abril
HORÁRIO
19h30min às 22h
CARGA HORÁRIA
3h
MINISTRANTE
Maria Aparecida Bergamaschi - Licenciada em História pela Faculdade Porto-alegrense de Educação Ciências e Letras (1985) e em Educação Artística pela Universidade
de Passo Fundo (1980), mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1996), doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul (2005) e pós-doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2009). Atualmente é professora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde atua
na Graduação e Pós-graduação. É integrante do GT Ensino de História e Educação (ANPUH-RS) e do Núcleo de Estudos Educação e a Gestão do Cuidado (FACED-UFRGS).
MEDIADORA
Ines Caroline Reichert - Licenciada em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1990) e mestre em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1998).
Atualmente é professora do Centro Universitário Feevale, onde também atua na extensão com o projeto “Múltiplas leituras: etnicidade, identidade e memória”. Tem experiência
na área de História, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação, Educação Ambiental, Migrantes Rurais, Meio Ambiente.
CERTIFICADO
Não será emitido certificado
LOCAL
Auditório do Prédio Multicolor – Campus II
INVESTIMENTO
Evento gratuito!
COORDENAÇÃO
Prof. Me. Márcia Blanco Cardoso
PROMOÇÃO
Instituto de Ciências Humanas Letras e Artes – ICHLA – Curso de História
ORGANIZAÇÃO
Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários – Proacom
Marcadores:
Projeto Múltiplas Leituras
quinta-feira, 11 de março de 2010
Regulamentação da Profissão de Historiador.
COMISSÕES / Assuntos Sociais
10/03/2010 - 16h21
Projeto que regulamenta profissão de historiador é aprovado na CAS
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (10) o PLS 368/09, projeto de lei que regulamenta a profissão de historiador. O autor da proposta é o senador Paulo Paim (PT-RS). O texto foi votado em decisão terminativa.
O relator da matéria, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), afirmou durante a votação desta quarta que "esse projeto não impede o desempenho da atividade de historiador por aqueles que o fazem por vontade própria ou vocação; apenas garante para os respectivos cargos públicos a exigência do diploma de historiador".
O projeto define que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso superior de graduação, mestrado ou doutorado em história. As atividades desse profissional são, de acordo com o projeto, o magistério; a organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas históricos; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento para avaliação e seleção de documentos para fins de preservação; e a elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.
Em seu voto pela aprovação do projeto, Cristovam observa que, atualmente, a atividade do historiador não está mais restrita à sala de aula e que a presença desse profissional é cada vez mais requisitada pelos centros culturais, museus, assessoria e consultorias a empresas de publicidade, turismo e produtores de cinema, jornalismo e televisão. Por esse motivo, o relator se manifesta favoravelmente a que a profissão seja valorizada e reconhecida legalmente.
Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=99942&codAplicativo=2&codEditoria=3
quarta-feira, 3 de março de 2010
Prezados colegas e amigos,
bom dia.
A partir do mês de março, o Memorial do Rio Grande do Sul (Rua Sete de Setembro, 1.020, Capital) oferece visitas guiadas noturnas gratuitamente para atender às instituições que funcionam no turno da noite. Universidades e escolas podem agendar e escolher as temáticas pelo telefone (51) 3286-6190 ou pelo e-mail arilson.memorial@uol.com.br
Eixos temáticos oferecidos
> Etnias formadoras da sociedade do RS
> Modelos econômicos realizados no Estado em diferentes períodos históricos
> As guerras e os conflitos no RS
> O RS e o cenário nacional
Atenciosamente,
Arilson dos Santos Gomes.
Memorial do RS.
bom dia.
A partir do mês de março, o Memorial do Rio Grande do Sul (Rua Sete de Setembro, 1.020, Capital) oferece visitas guiadas noturnas gratuitamente para atender às instituições que funcionam no turno da noite. Universidades e escolas podem agendar e escolher as temáticas pelo telefone (51) 3286-6190 ou pelo e-mail arilson.memorial@uol.com.br
Eixos temáticos oferecidos
> Etnias formadoras da sociedade do RS
> Modelos econômicos realizados no Estado em diferentes períodos históricos
> As guerras e os conflitos no RS
> O RS e o cenário nacional
Atenciosamente,
Arilson dos Santos Gomes.
Memorial do RS.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Atuação do profissional da História
Historiador tem mais opções de atuação
Cuidar do acervo histórico de empresas e participar de restaurações estão entre as atividadesMarcelo Justo/Folha ImagemCarla de Oliveira, 27, no Museu de Arte Sacra de SP, onde trabalha; ela acaba de ir para o terceiro semestre do curso de história na Universidade Cruzeiro do SulPATRÍCIA GOMESDA REPORTAGEM LOCALFoi-se o tempo em que quem fazia faculdade de história tinha a sala de aula como destino líquido e certo. Hoje, as instituições de ensino continuam sendo opções muito frequentes para os graduados desse curso, mas elas têm dividido espaço cada vez maior com atividades bem diversificadas, como os ramos da memória empresarial, da museologia e da restauração.As empresas, por exemplo, têm requerido mais e mais profissionais formados em história para organizar e montar o acervo de sua própria trajetória.Para atender a uma demanda crescente, a empresa de comunicação Klaumon Forma montou um núcleo de memória empresarial especializado em assessorar companhias. "Elas nos procuram muito em datas cheias, em aniversário de 50, 60 anos. Mas também contratam historiadores para a manutenção do acervo", diz Claudia Zanuso, que coordena o núcleo.O ramo da consultoria, com análises especializadas e pontuais, feitas sob encomenda, também tem movimentado o mercado de historiadores, afirma Andréa Borelli, coordenadora do curso de história da Universidade Cruzeiro do Sul. O trabalho de restauração, diz a professora, é outra atuação possível e é realizado com equipes multidisciplinares, em parceria com arquitetos.Além dessas áreas, os museus são outros destinos recorrentes. O de Arte Sacra de São Paulo, por exemplo, tem historiadores e estudantes de história trabalhando em seus corredores. Um deles é Carla de Oliveira, 27, que passou para o terceiro período na Universidade Cruzeiro do Sul. Entre suas funções diárias, está o acompanhamento e a monitoria de grupos de estudantes, além da elaboração de roteiros e de oficinas no museu."O que eu faço não tem a formalidade e a rigidez da escola, mas é importante para a formação de crianças e adolescentes. Eu sou apaixonada por isso", diz Carla, que pretende seguir no ramo que chama de educação não formal.Embora a educação não formal e outras atividades recentes tenham ajudado a alargar o mercado de trabalho para o formado em história, a sala de aula continua sendo o principal destino desse profissional, afirma Pedro Geraldo Tosi, coordenador do curso de história da Unesp, em Franca. "Com a expansão das universidades federais, cresceu a demanda por professores de nível superior."No entanto, segundo a professora da Cruzeiro do Sul, se o destino é tradicional, as exigências para o recém-formado são novas. "Hoje em dia, as escolas de ponta exigem que o professor domine as novas tecnologias, as plataformas do ensino a distância, a lousa digital. Ele precisa saber aliar o conhecimento teórico ao tecnológico", afirma Andréa.Seja qual for a atuação no mercado, os professores dos cursos de história são unânimes: quem escolhe prestar vestibular para essa carreira deve saber que enfrentará uma graduação com uma carga muito grande de leitura sobre uma ciência que não para nunca. Afinal, a cada dia que passa, a história fica um dia mais longa.Fonte: Folha de São Paulo
Cuidar do acervo histórico de empresas e participar de restaurações estão entre as atividadesMarcelo Justo/Folha ImagemCarla de Oliveira, 27, no Museu de Arte Sacra de SP, onde trabalha; ela acaba de ir para o terceiro semestre do curso de história na Universidade Cruzeiro do SulPATRÍCIA GOMESDA REPORTAGEM LOCALFoi-se o tempo em que quem fazia faculdade de história tinha a sala de aula como destino líquido e certo. Hoje, as instituições de ensino continuam sendo opções muito frequentes para os graduados desse curso, mas elas têm dividido espaço cada vez maior com atividades bem diversificadas, como os ramos da memória empresarial, da museologia e da restauração.As empresas, por exemplo, têm requerido mais e mais profissionais formados em história para organizar e montar o acervo de sua própria trajetória.Para atender a uma demanda crescente, a empresa de comunicação Klaumon Forma montou um núcleo de memória empresarial especializado em assessorar companhias. "Elas nos procuram muito em datas cheias, em aniversário de 50, 60 anos. Mas também contratam historiadores para a manutenção do acervo", diz Claudia Zanuso, que coordena o núcleo.O ramo da consultoria, com análises especializadas e pontuais, feitas sob encomenda, também tem movimentado o mercado de historiadores, afirma Andréa Borelli, coordenadora do curso de história da Universidade Cruzeiro do Sul. O trabalho de restauração, diz a professora, é outra atuação possível e é realizado com equipes multidisciplinares, em parceria com arquitetos.Além dessas áreas, os museus são outros destinos recorrentes. O de Arte Sacra de São Paulo, por exemplo, tem historiadores e estudantes de história trabalhando em seus corredores. Um deles é Carla de Oliveira, 27, que passou para o terceiro período na Universidade Cruzeiro do Sul. Entre suas funções diárias, está o acompanhamento e a monitoria de grupos de estudantes, além da elaboração de roteiros e de oficinas no museu."O que eu faço não tem a formalidade e a rigidez da escola, mas é importante para a formação de crianças e adolescentes. Eu sou apaixonada por isso", diz Carla, que pretende seguir no ramo que chama de educação não formal.Embora a educação não formal e outras atividades recentes tenham ajudado a alargar o mercado de trabalho para o formado em história, a sala de aula continua sendo o principal destino desse profissional, afirma Pedro Geraldo Tosi, coordenador do curso de história da Unesp, em Franca. "Com a expansão das universidades federais, cresceu a demanda por professores de nível superior."No entanto, segundo a professora da Cruzeiro do Sul, se o destino é tradicional, as exigências para o recém-formado são novas. "Hoje em dia, as escolas de ponta exigem que o professor domine as novas tecnologias, as plataformas do ensino a distância, a lousa digital. Ele precisa saber aliar o conhecimento teórico ao tecnológico", afirma Andréa.Seja qual for a atuação no mercado, os professores dos cursos de história são unânimes: quem escolhe prestar vestibular para essa carreira deve saber que enfrentará uma graduação com uma carga muito grande de leitura sobre uma ciência que não para nunca. Afinal, a cada dia que passa, a história fica um dia mais longa.Fonte: Folha de São Paulo
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